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 Callisto Pöschl

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Callisto Pöschl
"com o tempo, a dor e a perda podem se tornar ótimos companheiros..."
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Mensagens : 20
Data de inscrição : 23/07/2008
Idade : 29

MensagemAssunto: Callisto Pöschl   Sex Jul 25 2008, 00:30


Ece Cesmioglu (by ElifKarakoc / DeviantArt)


Nome: Callisto Pöschl
Idade: 19 anos
Data de Nascimento: 21 de Fevereiro de 1989
Naturalidade: Stuttgart
Nacionalidade: Alemanha
Endereço Atual: Ainda em Stuttgart, na Alemanha.
Profissão: Pianista

Pai: René sumiu após a morte da mulher.
Mãe: Apolline faleceu com a mesma doença da filha, xeroderma pigmentoso, quando ela tinha cinco anos. O xeroderma pigmentoso é uma doença genética (rara) caracterizada pela deficiência na capacidade de reverter (ou consertar) determinados danos que ocorrem no DNA, em especial aqueles que a luz ultravioleta, presente na radiação solar, provoca. Devido a essa deficiência no mecanismo de reparo do DNA os pacientes com xeroderma pigmentoso apresentam elevada fotossensibilidade e desenvolvem precocemente lesões degenerativas na pele, tais como sardas, manchas, e diversos cânceres da pele.
Irmãos: -x-
Cônjuge: -x-
Filhos: -x-
Outros: Dois tios que mora desde pequena. Apolline era treze anos mais nova que a irmã Helga, agora com cinqüenta e cinco anos. Helga acabou por cuidar da filha da irmã. A Senhora passava a maior parte do tempo com a sobrinha. Ensinou-a sobre história, geografia, matemática, etc, principalmente piano, já que a menina não frequentava escolas. Senhor Heike trabalhava como policial, apesar da idade avançada. Insistia em permanecer no batalhão - dizia que serviria sua cidade até o fim de seus dias - mas todos sabiam que cedo ou tarde seria jogado na aposentadoria. A tia era compreensiva, mas não completava um espaço vazio dentro de Callisto, aquele que nem mesmo ela sabia explicar.

Personalidade: Callisto é muito mais hábil do que imagina para enfrentar situações da vida. Com uma força interior extraordinária, consegue driblar as próprias emoções, quando necessário. Ela está sempre cercada por uma aura de mistério, que se intensificou ao longo dos anos. A doença rara lhe tirara a crença em Deus e boa parte da sua fé no mundo. De uma menina encantadora, tornou-se uma jovem apagada pelo tempo. Costuma não manifestar-se e se mostra reservada com os outros. Ninguém nunca sabe o que ela está sentindo, ou que está se passando na sua cabeça. Ela se esconde para evitar sofrimento. Saía para fora de casa muito raramente, isso quando ia ao médico.
Aparência: Dois olhos verdes profundos, sonhadores, perdidos na distância. Cabelos levemente cacheados emolduram seu corpo frágil, de uma pele pálida com aspecto doentio. Possue lábios carnudos de um vermelho sangue. Callisto é muito magra e mede 1,73.
Conhecimentos: Estudou igual à uma jovem da sua idade que cursa o colegial. Toca piano, pinta quadros, canta e escreve muito bem. Leu todos os livros da biblioteca de sua casa - ama literatura. Aprendeu um pouco de Frânces e sabe falar em espanhol.
Habilidades: As aulas de ballet lhe renderam boa flexibilidade corporal, além de lutar esgrima, mas nada além.
Três maiores qualidades: bondosa, tolerante, de raciocínio rápido.
Três maiores defeitos: ingênua, introvertida, melancólica.
Aspirações: Antigamente era poder sair ao sol, mas hoje em dia quer apenas abrir um conservatório e dar aulas de piano. Escrever livros de romance também, mas em último caso.
Temores: Entrar em contato com raios ultra-violetas. Os avisos e as informações da família quanto ela sair ao sol, deixaram a jovem em pânico. Têm ataques ao ver a luz.
Fraquezas: Pouca resistência Física e o problema com o Sol.

Inventário:

Dentro da mochila:

-Protetor solar,
-Luvas,
-Um rosário lilás que sua tia Helga a obrigava usar no pescoço,
-Brincos que sua mãe lhe colocara ao nascer,
-Calmantes,
-E Acitretina, para seu tratamento.

Roupas: Vestido branco de tecido leve, sapatos pretos, uma blusa de frio de lã vermelha e outra verde sobrepostas. Tudo para evitar os raios UV.

Onde fica sua Macondo?

Tinha cinco anos. Era a época que usava vestidinhos rodados e uma fitinha azul amarrada na cabeça. O orvalho gotejava das folhas das árvores, lambendo a vidraça da sala. O rouxinol cantava no alto da árvore, anunciando o fim da tarde
Era uma sala pequena, de móveis antigos, onde as paredes retratavam flores e Deuses em batalhas. O chão feito de tacos de madeira estava sob um espesso tapete vermelho, ornando com as paredes.
O céu explodia em cores, pouco a pouco, avermelhando frouxamente a linha do horizonte onde o sol se punha.
Diante da única janela, uma mulher contemplava o jardim, tinha as mãos delgadas e pálidas, quase invisíveis, sob o parapeito.
Estava coberta por uma manta de um verde-escuro que envolvia a cabeça até os pés. Seus lábios eram de um vermelho pálido, de flor ainda em botão. Um sorriso aureolava-os quando o sôpro fresco de primavera acariciou-lhe a fronte.
Ela postava-se sempre assim, diante da janela, contemplando o longe, como se estivesse a espera de alguém.
Callisto ia aquela sala sempre que precisava conversar. A senhora pálida ouvia atentamente os temores e pensamentos mais escuros da menininha, e com gestos delicados e palavras carinhosas, a aconselhava. Ou então, ia ali apenas para sentir-se apertada entre os braços da mulher, como se ninguém pudesse fazer mal à ela naquele momento.
As duas iam no jardim brincar, não se importavam com o sol, e corriam pelos pastos. Montavam nos cavalos e subiam nas árvores para apanhar frutas, isso quando não nadavam no lago ao lado da casa.
A menina Pöschl não sabia dizer se era a sala da casa de Apolline, vivera por pouco tempo lá. Mas a mulher era sua mãe. Seu perfume doce, que permanecera em seu subconsciente desde bebê, não a engava, muito menos a voz melosa... tinha certeza.



Bem vindo a Macondo...


Última edição por Callisto Pöschl em Sex Jul 25 2008, 22:05, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Callisto Pöschl   Sex Jul 25 2008, 16:00

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